quinta-feira, 13 de março de 2014

8ª SÈRIE - CIRCULAÇÃO GLOBAL DA ATMOSFERA

CIRCULAÇÃO GLOBAL DA ATMOSFERA


O Sol aquece toda a Terra, mas verifica-se uma distribuição desigual de energia à sua superfície: as regiões equatorial e tropical recebem mais energia solar que as latitudes médias e regiões polares.
A energia recebida por radiação nos trópicos é superior à que essa região é capaz de emitir enquanto que as regiões polares emitem mais do que recebem. Se não se verificasse um transporte de energia dos trópicos para as regiões polares, a temperatura da região tropical aumentaria indefinidamente enquanto que as regiões polares ficariam com uma temperatura cada vez menor. É este desequilíbrio térmico que induz a circulação da Atmosfera e dos Oceanos. A energia é redistribuída das regiões em excesso para as regiões em falta, pela circulação atmosférica (60%) e correntes oceânicas (40%).



Circulação Atmosférica

A transferência da energia do equador para os polos poderia ser conseguida com uma célula de circulação com movimento ascendente nos trópicos, movimento na direção dos polos em altitude, movimento descendente sobre os polos e em direção ao equador à superfície. Este modelo de circulação de uma única célula foi proposto por Hadley no século XVIII.

1. A circulação global seria muito simples (e as condições meteorológicas monótonas) se a Terra não rodasse e se o eixo de rotação fosse perpendicular ao plano orbital da Terra em torno do Sol.


2. Circulação na Terra se, hipoteticamente não tivesse movimento de rotação



3. Circulação global idealizada

Como a Terra tem movimento de rotação em torno de si própria, o eixo de rotação é inclinado, e existe mais superfície coberta por solo no hemisfério Norte que no hemisfério Sul o padrão de circulação é muito mais complicado. Em vez de uma circulação caracterizado por uma única célula, o modelo de circulação global consiste em três células em ambos os hemisférios. Estas três células são a célula tropical (também denominada de célula de Hadley), a célula das latitudes médias e a célula polar.
1. Célula Tropical (célula de Hadley) - Nas baixas latitudes, o movimento do ar para o equador com o aquecimento, ascende verticalmente, com movimento no sentido dos polos nos níveis superiores da Atmosfera. Esta circulação forma a célula convectiva que domina o clima tropical e subtropical.
2. Célula das latitudes médias (célula de Ferrel) - É uma célula de circulação atmosférica média nas latitudes médias, denominada por Ferrel no século XIX. Nesta célula, o ar mover-se para os polos e para o Leste junto à superfície e no sentido do equador e para Oeste nos níveis mais altos.
 
3. Célula Polar  - O ar sobe, diverge, e desloca-se para os polos. Uma vez sobre os polos, o ar desce, formando as altas pressões polares. À superfície o diverge para o exterior da região de alta pressão. Ventos de superfície na célula polar são para Leste (ventos polares de Oeste).
 
Este modelo de três células é útil inicialmente, mas é muito simplificado e idealizado. No entanto providencia um bom ponto de partida para descrever as características principais da circulação atmosférica.

Características, à Superfície, dos Sistema de Circulação Global da Atmosfera

 Principais padrões da circulação média:

Devido ao efeito da força de Coriolis, para a direita do movimento (no hemisfério Norte), o movimento nas três células é alterado. Surgem então, três ventos característicos à superfície: 
· Os ventos alísios nos Trópicos
· Os ventos predominantes de Oeste nas latitudes médias
· Os ventos polares de Este

Calmarias equatoriais, ZCIT
As calmarias verificam-se na região junto ao equador onde os ventos alísios de ambos os hemisférios se encontram. Esta é também onde se pode encontrar a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). É uma região com temperatura e unidade elevadas com vento fraco. Migram para Norte a partir de Julho e para Sul a partir de Janeiro. As florestas tropicais encontram-se nesta região.

Latitudes dos Cavalos:
As latitudes dos cavalos é a região entre os ventos alísios e os ventos predominantes de Oeste. Nesta região o vento é, em geral, calmo ou fraco. Denominam-se desta forma, pois os barcos navegando nesta região colocavam os cavalos fora de borda para falta de alimento e água.

Frente Polar:

A frente Polar localiza-se entre os ventos predominantes de Oeste e os ventos polares de Este.
4. Circulação Global 

Fonte: NASA

Cinturas de Pressão:

O modelo de circulação com três células está associado ao seguinte modelo de distribuição de pressão:· Depressões Equatoriais – Uma cintura de baixas pressões associada à ascensão do ar na ZCIT. A ascensão do ar quente aquecido no equador provoca uma região de baixa pressão denominada de depressão Equatorial. À medida que o ar sobe formam-se nuvens e ocorre precipitação.· Anticiclones Subtropicais – Uma cintura de altas pressões associada à subsidência do ar nas latitudes dos cavalos. Nas latitudes subtropicais o ar arrefece e desce criando áreas de alta pressão com céu limpo e pouca precipitação, denominada de Anticiclones Subtropicais. A subsidência do ar seco (após precipitação na ZCIT) e quente (devido à própria subsidência) está na origem dos desertos nestas latitudes.· Depressão Subpolar – Uma cintura de baixas pressões associadas às frentes polares.· Anticiclone Polar – O sistema de altas pressões associado ao ar polar frio e denso.

O modelo das três células é uma idealização; na realidade os ventos não são estacionários e as regiões de altas/baixas pressões não são contínuas.


7. Cinturas de Pressão Zonal (distribuição entre paralelos - Este Oeste)         8. Cintura de Pressões Zonal Climatológico Real  "Ideal"                                                                                                                                         uma Terra uniforme imaginária com cinturas 
                                                                                                                                         de pressão idealizadas (zonais  e contínuas).

A Terra real com descontinuidades no padrão zonal dos ventos/pressão causados pelas grandes massas continentais. Estes condicionalismos rompem as cinturas de pressão em regiões de baixas e altas pressões semi-permanentes. 
Existem três razões fundamentais para a diferença entre a distribuição "ideal" e "real":
· A superfície da Terra não é uniforme, ou alisada. Verifica-se um aquecimento diferenciado devido aos contrastes solo/oceano (mar).
· A circulação pode desenvolver vórtices.
· O Sol não "permanece sobre o Equador" mas move-se entre 23.5N e 23.5S durante o ano.
Em vez da situação idealizada verificam-se sistemas de baixa- e altas-pressões semi-permanentes. Classificam-se de semi-permanentes pois variam em intensidade e localização ao longo do ano (tempo).
No Inverno
· Anticiclones Polares sobre a Sibéria e Canadá
· Anticiclone no Pacífico e nos Açores (partes do sistema de altas pressões subtropical deslocado para os polos durante o Inverno do hemisfério Norte); Depressões sobre as Aleutas e Islândia.
No Verão
· O anticiclone dos Açores intensifica-se sobre todo o Atlântico Norte
· Anticiclone do Pacifico também se intensifica sobre todo o Pacífico Norte
· Anticiclones polares são substituídos por depressões
· Formam-se depressões de origem térmica sobre a parte Sul da Asia.

8ª SÉRIE - CICLOS, RITMOS E VARIAÇÕES CLIMÁTICAS

CICLOS, RITMOS E VARIAÇÕES CLIMÁTICAS


Os registros dos elementos climáticos ao longo de mais ou menos 30 anos ajudam a identificar um padrão de comportamento com relação às temperaturas e às chuvas, caracterizando ciclos bem definidos.
A ideia de ciclo está associada à noção de regularidade dos fenômenos e dos processos na natureza.
Alguns ciclos podem interferir nas condições meteorológicas e climáticas:
a)      Ciclos astronômicos: rotação, translação, inclinação do eixo terrestre;
b)      Manchas solares: afeta as condições do tempo atmosférico em escala global.
Existem ciclos de longa duração – glaciações.
O ciclo mais conhecido é o das Quatro estações.

A latitude é um fator muito importante para compreender as características das temperaturas e das precipitações dos lugares de acordo com a sua posição geográfica.
Outro fator importante são as correntes oceânicas. Os oceanos recobrem mais de 70% da superfície da Terra. No hemisfério Sul, há mais oceanos do que continentes.
As temperaturas das águas oceânicas são responsáveis pela estabilidade ou instabilidade da atmosfera, pela variação no volume de evaporação que é transportado pelas correntes aéreas formando chuvas sobre os continentes.
A circulação oceânica transfere grandes volumes de água com temperaturas específicas para lugares bem distantes de onde se formaram.
Assim, as correntes marítimas frias vão em direção aos trópicos e vice-versa ocorrendo o equilíbrio térmico do planeta.
Contribui para a regulação das temperaturas e pelas diferenças em relação à distribuição das chuvas.
A maioria das massas de ar se formam sobre os oceanos como as tropicais marítimas (Tm), as equatoriais marítimas (Em) e as polares marítimas (Pm). A dinâmica dessas massas interfere nas condições e características climáticas do planeta.
A distribuição das chuvas pelo planeta depende da latitude, da maritimidade, altitude, correntes oceânicas e massas de ar.
Os índices mais elevados de pluviosidade ocorrem próximo à linha do Equador. O mesmo acontece com as temperaturas. Esse fenômeno tem relação com a forma da Terra – geoide e inclinado – o que faz com que uma faixa do planeta receba maior quantidade de radiação do que a outra.
IMPACTOS: ILHAS DE CALOR E FLUXO DE POLUENTES
As ações humanas têm sido muito intensas sobre a biosfera: desmatamento, agricultura, pecuária, mineração, etc.
Por meio da alteração na absorção ou reflexão da radiação solar, a atividade antrópica pode causar impactos climáticos.
A urbanização acelerada pode causar ilhas de calor urbanas. Este fenômeno está relacionado com o clima urbano, que provoca elevações das temperaturas máximas em áreas de maior adensamento populacional.






 O conjunto de construções e prédios numa cidade modifica o comportamento e a dinâmica dos ventos, podendo dificultar ou barrar a circulação de ventos nas partes mais internas da cidade, o que interfere na temperatura e no clima urbano.
A intensa verticalização, a forma de ocupação e a utilização dos espaço, os tipos de construções, sua localização e distribuição, a altura dos edifícios, os materiais utilizados, podem provocar a retenção de calor e aumento da temperatura ao longo de todo o ano.
A energia que o vidro, o concreto, o asfalto e outros tipos materiais absorvem e depois refletem e irradiam pelas áreas centrais de uma cidade, somada à energia retida pela emissão de gases emitidos pelas indústrias e veículos, por exemplo, resultam em maior aquecimento da área local.
Esse processo de aquecimento irregular em área de grande adensamento populacional e edificações numa cidade chama-se ilhas de calor
Além das ilhas de calor, às emissões de partículas e poluentes são emitidas pelas atividades humanas e causam alteração significativas nos climas.
Geralmente, a atmosfera é formada por gases cujas concentrações têm permanecido com 78% de nitrogênio e 21% de oxigênio. Além desses, outros gases estão presentes como o dióxido de carbono, ozônio, vapor d’água, monóxido de carbono e outros.
Efeito Coriolis
Descreve o desvio causado pela rotação da Terra nos movimentos de ar na atmosfera. No hemisfério Norte se dá para a direita e no Sul para a esquerda.
As células polares são fenômenos atmosféricos que se formam na região dos polos.
Os movimentos nas proximidades dos polos produzem uma corrente superficial em direção ao equador, que é desviada, formando os ventos polares de leste, em ambos os hemisférios.
O encontro dos ventos polares que se movem para o equador com a corrente de oeste de baixas latitudes (quentes) forma as frentes polares.
O Sol aquece toda a Terra. Mas, a distribuição de calor ocorre de forma desigual: as regiões equatorial e tropical recebem mais energia solar que as latitudes médias e regiões polares.
A energia recebida nos trópicos é superior à que essa região é capaz de emitir enquanto que as regiões polares emitem mais do que recebem. Se não se verificasse um transporte de energia dos trópicos para as regiões polares, a temperatura da região tropical aumentaria indefinidamente enquanto que as regiões polares ficariam com uma temperatura cada vez menor.
É este desequilíbrio térmico que induz a circulação da Atmosfera e dos Oceanos. A energia é redistribuída das regiões em excesso para as regiões em falta, pela circulação atmosférica (60%) e correntes oceânicas (40%). 
A transferência da energia do equador para os polos PODERIA ser conseguida com uma célula de circulação com movimento ascendente nos trópicos, movimento na direção dos polos em altitude, movimento descendente sobre os polos e em direção ao equador à superfície. Este modelo de circulação de uma única célula foi proposto por Hadley no século XVIII
Como a Terra tem movimento de rotação em torno de si própria, o eixo de rotação é inclinado, e existe mais superfície coberta por solo no hemisfério Norte que no hemisfério Sul o padrão de circulação é muito mais complicado.
Em vez de uma circulação caracterizado por uma única célula, o modelo de circulação global consiste em três células em ambos os hemisférios. Estas três células são a célula tropical (também denominada de célula de Hadley), a célula das latitudes médias e a célula polar.
1. Célula Tropical (célula de Hadley) - Nas baixas latitudes, o movimento do ar para o equador com o aquecimento, ascende verticalmente, com movimento no sentido dos polos nos níveis superiores da Atmosfera. Esta circulação forma a célula convectiva que domina o clima tropical e subtropical.
2. Célula das latitudes médias (célula de Ferrel) - É uma célula de circulação atmosférica média nas latitudes médias, denominada por Ferrel no século XIX. Nesta célula, o ar mover-se para os polos e para o Leste junto à superfície e no sentido do equador e para Oeste nos níveis mais altos.
3. Célula Polar  - O ar sobe, diverge, e desloca-se para os polos. Uma vez sobre os polos, o ar desce, formando as altas pressões polares. À superfície o diverge para o exterior da região de alta pressão. Ventos de superfície na célula polar são para Leste (ventos polares de Oeste).
Como a circulação atmosférica é muito dinâmica, ações e interferências impactantes podem alterar de forma brusca o deslocamento das massas de ar.
Em alguns casos, podem até mesmo interligar a ação de um ciclone, transformando-o num furacão. 

8ª SÉRIE

Carta ou mapa sinótico
É um mapa que nos apresenta alguns elementos que caracterizam o estado do tempo, numa determinada região e momento. As cartas sinóticas ou carta meteorológicas são um excelente meio para representar as previsões dos estados do tempo, sob forma cartográfica.



 Podemos comparar a carta sinótica com as imagens de satélite. Os centros de baixas pressões (L - Low) são perfeitamente visíveis com o seu enrolar pela direita, por se encontrarem localizados no hemisfério norte.
Na carta sinótica, dá também para destacar as frentes frias (linhas azuis com triângulos), as frentes quentes (linhas vermelhas com semicírculos) e as frentes oclusas (linhas violeta com triângulos alternados por semicírculos). Para compreendermos o que se passa à superfície, em corte, consultamos as aplicações que se seguem:



(Cold front - frente fria; Warm front - frente quente; Occluded front - frente oclusa;Stationary front - frente estacionária)




8ª Série

8ª SÉRIE
- A ideia de ciclo está associada à noção de regularidade dos fenômenos e dos processos na natureza. pode-se citar as manchas solares: afeta as condições do tempo atmosférico em escala global e os ciclos astronômicos: rotação, translação, inclinação do eixo terrestre.
- Ilhas de Calor – urbanização
- O processo de industrialização e urbanização tem contribuído para inúmeros problemas de saúde como alergias, doenças respiratórias, entre outros.
- As correntes oceânicas interferem nos climas porque as temperaturas das águas oceânicas são responsáveis pela estabilidade ou instabilidade da atmosfera, pela variação no volume de evaporação que forma chuva. As correntes marítimas ou circulação oceânica transfere grandes volumes de água com temperaturas específicas para lugares bem distantes de onde se formaram. As frias vão em direção aos trópicos e vice-versa ocorrendo o equilíbrio térmico do planeta.
- A atividade antrópica está potencializando os desastres associados a fenômenos climáticos.
- Os índices mais elevados de pluviosidade e temperatura do planeta ocorrem próximo ao Equador - formato da Terra e inclinação em torno do seu eixo de rotação.
- A cobertura vegetal é essencial tanto para regular as temperaturas quanto para garantir a distribuição das chuvas e a sustentabilidade da própria vegetação. As atividades econômicas ao longo da história do Brasil, contribuíram para a destruição das nossas florestas como a Amazônica, a Mata Atlântica e a Mata das Araucárias. Elas protegem os solos e regulam os climas, além de protegerem nascentes.
- Sobre a litosfera, hidrosfera e biosfera, encontram-se todos os ecossistemas da Terra, condicionados a fontes internas e externas.
- O homem ainda não consegue controlar os efeitos da natureza sobre o espaço geográfico.
- O efeito de coriolis descreve o desvio causado pela rotação da Terra nos movimentos de ar na atmosfera. No hemisfério Norte se dá para a direita e no Sul para a esquerda.
- O padrão de circulação oceânica e atmosférica, dentre vários fatores, é muito mais complicado devido à rotação da Terra em torno de si, à inclinação do seu eixo de rotação e por existir mais terra emersa no hemisfério Norte que no hemisfério Sul.
- Como a circulação atmosférica é muito dinâmica, ações e interferências impactantes podem alterar de forma brusca o deslocamento das massas de ar que em alguns casos, podem até mesmo interligar a ação de um ciclone, transformando-o num furacão.


segunda-feira, 10 de março de 2014

1º ANO - O LUGAR ONDE VIVO

TRABALHO EM GRUPO: 04 COLEGAS

O QUE TEM NO LUGAR ONDE VIVO

Cada grupo comparará o que existe no bairro de cada um e construirá um quadro colocando: na primeira coluna o que há de comum em seus bairros; na segunda coluna o que há em apenas um dos bairros; na terceira coluna o que vocês acham que falta no bairro onde moram. 

Depois do quadro pronto, observem-no atentamente e destaquem o que mais aparece nos dois bairros.

Façam um desenho do seu bairro e destaquem usando símbolos, os elementos que aparecem na primeira e segunda coluna do quadro; criem uma legenda para identificar os elementos destacados no desenho, e um título para identificar o trabalho.

No final, montaremos uma exposição.


quinta-feira, 6 de março de 2014

2º ANO - Revolução Industrial x Revolução da Tecnologia da Informação


Revolução Industrial x Revolução da Tecnologia da Informação


2º ANO - El arte textil de Taquile

El arte textil de Taquile



2º ANO - TRABALHO

 TRABALHO DE GEOGRAFIA – 2º ANO

EXPLICAÇÕES:

O TRABALHO PODERÁ SER REALIZADO EM DUPLA OU TRIO.

A) ESCOLHE UM PRODUTO DA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA OU TÊXTIL. 

B) UTILIZA MAPAS, CRIANDO REDES DE INFORMAÇÕES: LOCALIZAÇÃO DO LUGAR DA PRODUÇÃO E DO CONSUMO; IDENTIFICA NESSE MESMO MAPA OS LOCAIS DE ORIGEM DAS MATÉRIAS-PRIMAS NECESSÁRIAS PARA A PRODUÇÃO DE TAL MERCADORIA. PODE BUSCAR INFORMAÇÕES JUNTO À EMPRESA OU MESMO EM MAPAS QUE DISPONIBILIZEM DADOS COMO POR EXEMPLO, DAS PRINCIPAIS ÁREAS PRODUTORAS DE LARANJA, ALGODÃO, ETC. 

C) A EXPLICAÇÃO DA FRASE DA GEÓGRAFA ANA FANI DEVERÁ APARECER NO TRABALHO. 



DATA DA ENTREGA: 18/03/2014

3º ANO - O Tsunami




O Tsunami Através das Lentes




3º ANO - GEOLOGIA GERAL


GEOLOGIA GERAL - O TEMPO GEOLÓGICO



3º ANO - NATUREZA/HOMEM



3º  ANO

NATUREZA/HOMEM?


GÊNESIS: AGORA ESTÁ EXPLICADO




MITOLOGIA GREGA: A CRIAÇÃO

DIFERENÇA ENTRE TEMPO E CLIMA - 8ª SÉRIE

DIFERENÇA ENTRE TEMPO ATMOSFÉRICO E CLIMA

TEMPO É UMA COMBINAÇÃO PASSAGEIRA DOS ELEMENTOS DO CLIMA.

CLIMA É A SUCESSÃO HABITUAL DOS TIPOS DE TEMPO.

Tempo atmosférico é um estado transitório da atmosfera, caracterizado por um conjunto de variáveis ou elementos que se influenciam reciprocamente. Representa uma combinação passageira de elementos atmosféricos, que se repete ao longo do tempo e sobre o mesmo espaço. É, portanto, o estado da atmosfera em um determinado momento e sobre um determinado lugar. Pode durar tanto horas, como alguns dias.
Clima é a sequência habitual dos tipos de tempo obtida por observações durante um longo período de tempo (mínimo 30 anos) e que resultam da combinação das condições atmosféricas dia a dia. São estados permanentes (não momentâneos) da atmosfera. São duráveis e capazes de definir um meio com valor geográfico. Incluem, também, os desvios de comportamento em relação às médias (variabilidade), condições extremas (por exemplo, seca e enchente), probabilidades de frequência ou de ocorrência de determinadas condições de tempo.

 ELEMENTOS CLIMÁTICOS: São os que compõem o clima. Temperatura, Pressão atmosférica, Vento, Umidade do ar, Precipitação atmosférica – chuva, neve e granizo; Massa de ar.

 FATORES CLIMÁTICOS: São os que alteram o clima. Altitude, latitude, massas líquidas, maritimidade e continentalidade, correntes marítimas, vegetação e ação antrópica.

ELEMENTOS CLIMÁTICOS
1 – Temperatura
Variações da temperatura: A temperatura não é a mesma em todos os lugares da Terra. Ela está sujeita a variações que poderiam ser provocadas por diversos fatores, entre os quais se destacam:
a)   Latitude – a  temperatura diminui com o aumento da latitude.
b)   Altitude – quanto maior for a distância em relação à superfície terrestre menor será a temperatura. A temperatura diminui com a altitude, isto devido à rarefação do ar. Em media, para cada 200m, haverá uma relação de 1ºC na temperatura.
c)    Distribuição das Terras e das Águas – o efeito de maritimidade faz que a amplitude seja menor quanto uma região se encontra próxima do mar. O efeito de continentalidade ocorre quando a região encontra-se afastada do mar. Nesse caso, a amplitude térmica é maior. Maritimidade variações térmicas menores = menor amplitude térmica. Continentalidade variações térmicas maiores = maior amplitude térmica.

2 – Pressão Atmosférica
É a força que o ar exerce sobre a superfície terrestre. A pressão atmosférica varia conforme:
A altitude: a pressão atmosférica varia conforme a altura. Quanto menor a altitude maior o volume de gases sobre a superfície, portanto maior pressão. Na mediada em que a altitude é maior, menor pressão porque a densidade é menor.
 A temperatura: ar aquecido sofre dilatação, tornando-se mais leve e por isso, o ar ascende.

 3 – Vento
É o ar em movimento. É decorrente da diferença da pressão atmosférica, sabemos que a superfície terrestre não recebe a mesma quantidade de calor. As regiões onde o ar faz movimento ascensional são denominadas de zonas de Baixa Pressão e nas regiões onde temos movimentos descensional são chamadas de zonas de ALTA Pressão.
Furacões se originam em oceanos tropicais nas áreas quentes e úmidas. Essas massas de ar sobem e encontram violentos ventos de altitude, iniciando-se o turbilhonamento do ar, que forma nuvens das quais saem chuvas torrenciais.
Tornados são verdadeiros túneis de ar turbilhonante e aparecem suspensos em uma nuvem negra. Ocorrem com maior frequência no Vale do Mississipi (EUA) onde se dá o choque entre ar quente e úmido procedente das Montanhas Rochosas. 


4 – Umidade do Ar
É a água em suspensão no ar atmosférico. O ar tem uma capacidade limite é atingido, o ar fica saturado. O ar quente tem maior capacidade de conter maior vapor de água do que o ar frio. Quando o ar saturado enfrenta uma diminuição de temperatura ele condensa originando o orvalho, as nuvens, a neve, o nevoeiro e a chuva.
 Umidade absoluta é a quantidade de vapor de água existente na atmosfera em um dado momento, a uma determinada temperatura. Umidade relativa é a relação existente entre a umidade absoluta e o ponto de saturação. Ponto de saturação é o limite máximo da atmosfera em conter umidade.

5 – Precipitação
A chuva é uma precipitação líquida. Há três tipos fundamentais:
Convectivas: quando provocadas pela evaporação e o consequente resfriamento pela ascensão do ar úmido, fenômeno que ocorre nas zonas equatoriais e tropicais.
Orográficas: são resultantes do deslocamento horizontal do ar que, ao encontrar com uma área montanhosa (mais fria) o ar sobe se resfria e condensa provocando chuvas.
Frontais: quando causadas pelo encontro de uma massa fria com outra quente e úmida, típica das regiões de médias latitudes como as de inverno no Brasil meridional.

6 – Massas de Ar
São porções da atmosfera que apresentam características particulares de temperatura, pressão e umidade. Em conseqüência disso, elas podem ser quentes ou frias e secas ou úmidas. 

FENÔMENOS CLIMÁTICOS

Fenômeno El Niño: aparece no Pacífico na altura da costa do Peru. Trata-se de um aquecimento das águas do oceano em Novembro/Dezembro. Provocam fortes chuvas no Centro-Sul do Brasil e seca no Nordeste. O mecanismo da natureza que gera fenômenos climáticos como o El Niño ainda é pouco conhecido pelos cientistas. A teoria mais aceita é a de que o aumento da temperatura da superfície do Oceano Pacífico esteja ligado a uma mudança de larga escala nas correntes atmosféricas. Essa mudança provocaria uma alteração na distribuição dos centros de Alta e Baixa pressão, que, muitas vezes, barram a passagem de alguns sistemas de nuvens ou frente frias.

Fenômeno “La Niña”: ocorre após o El Niño com efeitos opostos. Os ventos alísios aumentam e levam as águas quentes superficiais para a Ásia, onde provocam fortes chuvas. As águas frias fazem o caminho contrário e atingem a superfície nas proximidades do litoral do Peru, tornando maior o número de peixes na região. No Brasil, o La Niña causa fortes chuvas nas regiões Norte e Noroeste e estiagem no Sul.

PRINCIPAIS TIPOS DE CLIMAS DA TERRA

- Polares ou Glaciais: ocorrem em latitudes extremamente elevadas, próximas aos círculos polares Ártico e Antártico, onde há grande variação na duração do dia e da noite e, conseqüentemente, na quantidade de radiação absorvida ao longo do ano. São climas que se caracterizam por baixas temperaturas o ano inteiro, atingindo no máximo 10ºC nos meses de verão, em regiões onde a massa de neve e gelo que recobre o solo derrete e o dia é muito mais longo que a noite.

- Temperados: é apenas nas zonas climáticas temperadas que encontramos uma definição clara das quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. Há uma nítida distinção entre as localidades que sofrem influência marítima, de amplitude térmica menor, e no interior dos continentes, onde as variações de temperatura diária e anual são bastante acentuadas.

- Mediterrâneos: apresentam verões quentes e secos, invernos amenos e chuvosos. Do ponto de vista da temperatura, são bastante parecidos com os climas tropicais. Seus índices pluviométricos, no entanto, são um pouco menores e as chuvas ocorrem no outono e no inverno.



- Tropicais: são climas quentes o ano inteiro, apresentando apenas duas estações bem definidas (inverno ameno e seco, verão quente e chuvoso. Nas localidades de clima tropical sob influência da maritimidade, a amplitude térmica diária e anual é menor e o inverno não é tão seco, em comparação com as regiões que sofrem influência da continentalidade.

- Equatoriais: ocorrem na zona climática mais quente do planeta. Caracterizam-se por temperaturas elevadas e chuvas abundantes o ano inteiro, com pequena amplitude térmica anual, já que as variações de duração entre o dia e a noite e de inclinação de incidência dos raios solares são mínimas.

- Subtropicais: característicos das médias latitudes, onde já começam a se delinear as quatro estações do ano. Caracterizam-se por chuvas abundantes e bem distribuídas, verões quentes e invernos frios, com significativa amplitude térmica anual.

- Semiárido: são climas de transição, que se caracterizam por apresentar chuvas escassas e mal distribuídas ao longo do ano. Ocorrem tanto em regiões tropicais (onde as temperaturas são elevadas o ano inteiro) quanto em zonas temperadas (onde os invernos são frios).

- Áridos ou desérticos: devido à extrema falta de umidade, caracterizam-se por elevada amplitude térmica diária e sazonal. Os índices pluviométricos são inferiores a 250 mm/ano.
Os desertos têm as seguintes causas fundamentais:
a) Altas pressões subtropicais: são áreas que expulsam ventos e, portanto, impedem a entrada do ar úmido, geralmente vindo do litoral. Essas regiões são o ponto de partida dos ventos alísios que sopram em direção às baixas pressões.
b) Continentalidade: quanto mais distante do litoral, menor a influência dos oceanos e, portanto, o clima tende a ser mais seco.
c) Relevo: planaltos e cadeias montanhosas formam obstáculos que impedem a penetração do ar úmido, aumentando a aridez.
d) Correntes marítimas: as correntes frias resfriam o ar úmido sobre o oceano, provocando chuvas e esgotando a umidade do ar. Ao penetrar no continente, as massas de ar já estão sem umidade e são incapazes de provocar chuvas.





terça-feira, 4 de março de 2014

6º ANO - ESSA TAL GEOGRAFIA...

EXERCÍCIOS DE GEOGRAFIA – REVISÃO – CAPÍTULO 01 – 6º ANO

1. Portadora de memória, a paisagem ajuda a construir os sentimentos de pertencimento; ela cria uma atmosfera que convém aos momentos fortes da vida, às festas, às comemorações. 
No texto, é apresentada uma forma de integração da paisagem geográfica com a vida social. Nesse sentido, a paisagem, além de existir como forma concreta, apresenta uma dimensão:
a) política de apropriação efetiva do espaço.
b) econômica de uso de recursos do espaço.
c) privada de limitação sobre a utilização do espaço.
d) natural de composição por elementos físicos do espaço.
e) simbólica de relação subjetiva do indivíduo com o espaço.

2. “Ecossistema e meio geográfico são a mesma coisa? Não, e devemos ser enfáticos nisso a fim de delimitar os diferentes campos de trabalho. A diferença substancial está no fato de que o homem, vivendo em sociedade, não é um ser vivo a mais, nem se adapta à natureza de forma direta como os animais. Sua relação com a natureza é demorada: primeiro, produz-se a adaptação com o meio social e, através deste, ele se relaciona com no meio natural.”
A leitura do texto nos permite afirmar que:
a) tanto as comunidades humanas como os animais relacionam-se do mesmo modo com a natureza.
b) os homens, individualmente, participam dos processos de adaptação e de transformação da natureza.
c) os homens vivem independentemente da natureza.
d) os homens relacionam-se coletivamente com a natureza.
e) os homens não devem preocupar-se com a natureza, pois vivem independentemente dela.

3. "... Afinal, quem constrói o espaço geográfico não são os geógrafos, mas todos os homens e mulheres no seu trabalho cotidiano..." 
De acordo com tal pensamento, estão corretas as seguintes afirmativas:
a) o trabalho social confere ao espaço geográfico um caráter essencialmente dinâmico;
b) os cientistas (geógrafos) não contribuem de forma alguma para a construção do espaço geográfico;
c) o trabalho realizado pelos homens é mais importante que aquele feito pelas mulheres na produção do espaço geográfico;
d) as formas criadas no momento histórico atual ainda não constituem o espaço geográfico;
e) a humanidade não provoca problema ambiental, ao realizar o seu trabalho diário, contribuindo para um desenvolvimento harmônico do espaço geográfico.

4. Assinala a opção incorreta em relação as características de Paisagem:
a) A Paisagem é tudo o que os nossos olhos veem de um determinado local.
b) As paisagens mudam.
c) As paisagens podem ser bonitas ou feias, depende do entendimento de cada um.
d) As paisagens representam apenas elementos naturais de um determinado lugar.

5. A paisagem em que predominam os aspectos originais da natureza como a vegetação, o relevo e a hidrografia é chamada de paisagem natural. Assinala a alternativa abaixo que contenha apenas paisagens naturais:
a) floresta, conjunto de montanhas e avenida.
b) rodovia, edifícios e represa.
c) geleira, floresta e montanhas.
d) hidrelétrica, cidade e lago.

6. Assinala a opção incorreta em relação as características do espaço geográfico:
a) O espaço geográfico é a natureza transformada pelos seres humanos, por meio de seu trabalho ao longo da história.
b) Lugar é a parte do espaço geográfico onde vivemos e interagimos com a paisagem.
c) Para entendermos o espaço geográfico faz-se necessário compreender a sociedade que o criou e continua a transformá-lo ao longo do tempo.
d) Espaço geográfico é que predominam os aspectos originais da natureza.

7. Com base nos conceitos de paisagem natural e paisagem humanizada classifica as colunas de acordo com o tipo de paisagem; 
(N). Paisagem Natural       (H). Paisagem Humanizada       (R). Paisagem Rural         (U). Paisagem Urbana 

(   ) É aquela composta por diversos elementos físicos como: solos , rios, relevos e etc. 
(   ) É caracterizada por extensas áreas de pastagens e plantações, casas longe da outras. 
(   ) Delimita-se pela grande metrópole de concreto e asfalto, com ruas pavimentas  

(    ) Tem sua estrutura adaptada  às necessidades do homem, da produção e sobrevivência.